Com certeza essa é uma das dúvidas que mais ouço quando o assunto é CPA-10 e CPA-20. Considerando que essas certificações habilitam o profissional a trabalhar na distribuição de produtos de investimento, é claro que este é o assunto que mais cai na prova. 

Contudo, aqui é preciso ter cuidado: somente decorar o conteúdo da CPA-10 e CPA-20 não é a chave para o sucesso. Afinal, a prova vai trazer muitas questões que vão depender da sua compreensão real sobre o assunto, e não sobre o que você decorou. Estamos entendidos? Então, vamos ao conteúdo dessas certificações.

Conteúdo Programático CPA-10

Conteúdo Programático CPA-20

Quais conteúdos mais caem na CPA-10 e CPA-20?

Como já mencionei, os investimentos são a base dessa prova. Mais especificamente, os fundos de investimento serão os principais assuntos das questões da prova.

Basicamente, essas certificações existem para que você possa atender aos clientes de forma completa. Por isso, é natural que as questões sejam desenvolvidas para garantir que você realmente está apto para exercer essa função.

Agora, vamos dar uma olhada em alguns dos temas que mais são cobrados na CPA-10 e na CPA-20 e que merecem atenção.

Aspectos Gerais de Fundos de Investimento

Aqui, você verá o assunto de forma mais geral. Por isso, saiba que estes tópicos vão aparecer na hora da prova:

Estrutura de Cotas

Os fundos de investimento são divididos em cotas, ou seja, funcionam como um sistema de condomínio. Você não compra um fundo e sim uma participação em um fundo de investimento. Quando você investe em um fundo de investimento, o seu dinheiro é convertido em cotas, que podem ou não valorizar o total;

Volume de Recursos: o

O principal objetivo dos fundos de investimento é elevar o poder de negociação com o maior volume de recursos. Com uma quantidade de recursos muito maior, é possível ter acesso a investimentos que são inacessíveis para pequenos investidores;

Prazo de Cotização

Até que seu investimento seja devidamente alocado no fundo, leva certo tempo. Esse período é chamado de “prazo de cotização”. Em suma, isso nada mais é que o tempo necessário para transformar a aplicação em cotas;

Prazo de Liquidação e Resgate

Quando falamos de prazo de liquidação, estamos estipulando os dias necessários para transformar a sua cota em dinheiro novamente. Já na hora que estamos falando de prazo de resgate, estamos avaliando o tempo necessário para a cota virar dinheiro e entrar em sua conta – o que pode variar de muito de fundo para fundo.

Tipos de Fundos de Investimento

Existe mais de um tipo de fundo de investimento, certo? E, é claro, eles também serão assunto das questões.

Fundos de curto prazo

Estes fundos devem aplicar seus recursos exclusivamente em títulos públicos federais. O vencimento, por sua vez, acontece em no máximo 365 dias. Além disso, têm prazo médio inferior a 60 dias;

Fundos referenciados

Esse tipo de fundo tem um indexador de referência e deve conter esta denominação em seu nome. Um exemplo são os fundos DI;

Fundos de renda fixa

São os mais tradicionais. Geralmente, esses fundos possuem taxa administrativa mais em conta (próximas de 1% ao ano). Além disso, investem exclusivamente em renda fixa;

Fundos de ações

Para ser considerado um fundo de ações, é necessário que o fundo tenha no mínimo 67% de seu patrimônio alocado em ações. O restante dos recursos, por sua vez, podem ser alocados temporariamente em aplicações de renda fixa;

Fundos multimercado

Como o nome já indica, investem em produtos de diferentes mercados. Na maioria das vezes, esses fundos têm em suas carteiras a predominância de investimentos em renda fixa. Contudo, com exposição à renda variável tanto no mercado interno, como no mercado externo.

Tributação de Fundos de Investimento

Dentre os assuntos relacionados aos fundos de investimento, o terceiro assunto que costuma cair em todas as provas é a tributação. Via de regra, os fundos de investimento seguem a tabela regressiva de imposto de renda para investimentos em renda fixa.

A única exceção se aplica aos fundos de ações. Neste tipo de fundo, portanto, a tributação é de 15% sobre o lucro independente do período de aplicação.

O que mais cai nas provas da Anbima?

Você provavelmente já entendeu que os fundos de investimento são uma parte bem importante da prova. Entretanto, eles não são os únicos, e ambas as provas, CPA-10 e CPA-20, exploram outros conhecimentos também. Olha só:

  • Integrantes do Sistema Nacional Financeiro e suas funções;
  • Autorregulação do mercado;
  • Conceito de lavagem de dinheiro;
  • Adequação de produtos e serviços ao perfil do cliente;
  • Inflação, deflação, Selic e demais conceitos básicos de economia e finanças;
  • Agentes econômicos;
  • Liquidez;
  • Ativos e passivos;
  • Estrutura da previdência social brasileira.

Na hora de estudar, portanto, não se esqueça de revisar todos esses assuntos também. Inclusive, eles não são importantes apenas para passar na prova. Durante a sua carreira, em vários momentos você vai se deparar com situações que requerem esse tipo de conhecimento. Por isso, se você quer se tornar um profissional top de linha – e eu sei que você quer – não deixe de compreender completamente todas essas temáticas.

Na dúvida, volte sempre para este artigo e se certifique de que você está vendo todos os conteúdos que precisa!

Qual o melhor curso para a CPA-10 e a CPA-20?

O melhor curso é aquele que oferece materiais atualizados e que é ministrado por quem realmente entende de tudo isso que eu falei até aqui. Ou seja: é claro que é a TopInvest. 

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Não precisa ter receio: para se dar muito bem nas provas, vem com a TopInvest. 

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