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O que é Tracking Error, Erro Quadrático, VAR e Back Testing?

Kleber Stumpf
Escrito por Kleber Stumpf em 22 de maio de 2020
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Já imaginou algo que esteja tudo enquadrado dentro do Mercado Financeiro e como funcionam? Por isso que hoje eu separei tudo o que você precisa saber sobre Tracking Error, Erro Quadrático, VAR e Back Testing.

Sim, meus caros, eles são interligados e são muito importantes para a sua vida profissional.

Partiu conhecê-los?

Tracking Error e Erro Quadrático

Preste atenção no erro que podemos encontrar nestes dois. Eles possuem como principal objetivo medir o quanto um fundo está aderente ao seu Benchmark.

Um fundo referenciado deve ser muito próximo a seu Benchmark. Então, se um DI com 10% de retorno não atende seu objetivo se o DI for de 12%, teremos uma discrepância de 2%.

Logo, podemos notar que este fundo está com um erro bem grande, não é? Por isso que, quanto maior for o erro maior mais errado está a coisa.

Faz sentido para você? Parece engraçado, mas é assim mesmo! Quanto maior o Tracking Error ou o Erro Quadrático de um fundo, menos aderente ao Benchmark ele é. E quanto menor, mais aderente ele será.

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VAR – Value At Risk

Esse é muito importante, porque apresenta quanto um fundo ou carteira de investimento pode perder em determinado período de tempo;

Sempre utilizaremos os indicadores estatísticos, como por exemplo:

  • VAR de 1% com 95% de confiança
  • Tenho 95% de confiança de que a perda máxima para 1 dia é de 1%

Além disso, analisa quanto do dinheiro está em risco. Lembrando que temos diversas fórmulas que utilizamos para a descoberta dos riscos, não é?

Back Testing

Agora, como a gente vai ter certeza que essa parada de cima é eficiente? Bom, fazendo um Back Testing. 

Essa aqui é a maneira de simular em um teste com dados passados, de acordo com o histórico do fundo que você estiver trabalhando.

Desta forma, o modelo de risco do VAR deve ser medido diariamente pelo Back Test.

Stop Loss

Sabe os momentos que é necessário trancar uma operação? É aí que entra o Stop Loss!

Uma vez que o risco esteja maior que o permitido pelo VAR, devemos acionar o Stop Loss.

Este é um gatilho automático para desfazer as posições e voltar ao modelo de risco. 

Outra opção, aqueles que é permitido nas políticas do fundo é a contratação de derivativos para formação de hedge.

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O que falei até agora para você são coisas que ocorrem dentro de um mercado em situações normais, mas pare para pensar: e se acontece um cenário anormal. Um exemplo é a pandemia do coronavírus, o que fazemos?

Nesses casos entra em cena o:

Stress Test

Ele é usado em momentos que a gente pode testar em grandes crises para ver qual é a chance de perda do momento.

Lembra que falamos de VAR de 1% com confiança de 95% para um dia?

  • E os outros 5%?
  • Joesley Day, Crise de 2008, Coronavírus, Crise do Petróleo
  • Para isso serve o Stress Test

Diferença entre VAR e Stress Test

Para resumir e revisar, enquanto o VAR vai medir o risco nas condições normais de mercado, o Stress Test mede o risco em cenários de estresse de mercado.

Simples assim! Agora bora praticar esses conhecimentos?

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