Clubes de investimento são, de certa forma, como mini fundos de investimento em ações: constituídos como fundos abertos, precisam ter pelo menos 67% do patrimônio alocado em ações e outros ativos de renda variável, alíquota 15% de IR sobre rendimentos, mas com no máximo 50 participantes.

Mas claro, isso não é tudo! Se você quer entender com mais profundidade o que são clubes de investimento e como se diferem dos fundos de investimento (FIs), esse artigo pode te ajudar.

Nele abordarei:

  • O que é clube de investimento?
  • Como funciona um clube de investimento?
  • Qual a diferença entre clube de investimento e fundo de investimento?
  • Quais as regras de um clube de investimento?
  • Quantos participantes pode ter um clube de investimento?
  • Qual é a taxa de administração de um clube de investimento?
  • Vale a pena investir em clube de investimento ou em corretora?
  • Qual a rentabilidade de um clube de investimento?
  • Como participar de um clube de investimentos?
  • Como posso criar um clube de investimentos?

Bora descobrir tudo sobre os clubes de investimento?

O que é clube de investimento?

O clube de investimento pode ser entendido como uma “vaquinha” organizada para investir na bolsa de valores. 

Um grupo de pessoas — normalmente amigos, familiares ou colegas de trabalho — junta dinheiro num só “bolo” para aplicar, juntos, em ações e outros produtos financeiros. Essa união de recursos permite que os participantes aprendam na prática e experimentem o mercado de capitais em conjunto.

Por isso, os clubes de investimento são vistos como uma porta de entrada para quem quer conhecer o mercado de capitais, servindo especialmente para quem deseja começar a investir na bolsa com o apoio de outros participantes.

A ideia é que, ao participar de um clube, o investidor possa ter uma introdução aos produtos de renda variável e, com o tempo, ganhar mais confiança para investir sozinho em opções mais sofisticadas.

Como funciona um clube de investimento?

Os clubes de investimento são uma forma de investir coletivamente na bolsa de valores. Eles permitem que diferentes pessoas unam recursos, aprendam na prática e tenham acesso a oportunidades que individualmente poderiam ser difíceis ou caras. O funcionamento pode ser resumido nos principais pontos abaixo:

  • Formação do clube: um grupo de pessoas físicas — normalmente amigos, familiares ou colegas de trabalho — se reúne para formar o clube;
  • Assembleias: as decisões mais importantes — como a eleição do gestor — são feitas em assembleias, que reúnem todos os participantes para deliberar sobre estratégias e mudanças relevantes;
  • Gestor: um dos membros é escolhido como gestor, responsável pelas decisões de investimento, como escolher ações, ETFs ou outros ativos. Ele pode atuar de forma delegada (decide sozinho) ou coletiva (decide junto com os cotistas);
  • Administradora: o grupo contrata uma corretora de valores para cuidar da parte burocrática, incluindo custódia dos ativos, movimentações financeiras, envio de relatórios e cálculo do valor das cotas;
  • Cotas: cada integrante aplica dinheiro e recebe cotas, que representam uma parte proporcional do patrimônio total do clube;
  • Rendimentos: os ganhos vêm da valorização das cotas;
  • Resgate: os cotistas podem resgatar suas cotas a qualquer momento, de acordo com as regras definidas no regulamento do clube, recebendo o valor proporcional ao patrimônio na data do resgate.

Atenção: clubes de investimento não têm garantia de retorno. Como se trata de renda variável, os valores podem subir ou cair conforme o desempenho da carteira.

Por isso, por mais que os clubes de investimento sejam uma porta de entrada para iniciantes que querem ir além da renda fixa, eles não são adequados para todos os perfis. É muito importante avaliar objetivos e a tolerância ao risco antes de participar.

Qual a diferença entre clube de investimento e fundo de investimento?

 Embora guardem semelhanças — ambos reúnem recursos de diferentes pessoas para investir em conjunto —, clubes de investimento e fundos não são a mesma coisa. Diferem principalmente na estrutura e na gestão.

Pode-se dizer que os clubes se situam entre a aplicação individual e os fundos de investimento. São, por um lado, mais flexíveis e próximos, permitindo maior participação dos cotistas; por outro, menos profissionais em alguns aspectos.

Nos clubes, os participantes costumam se conhecer, decidem juntos sobre os investimentos e têm uma gestão participativa. Já nos fundos, a gestão é feita por profissionais autorizados pela CVM, com regras mais rígidas e processos padronizados.

Portanto, mesmo com algumas características em comum, são produtos muito distintos — arrisco até dizer, mais diferentes que iguais.

Entender essas diferenças ajuda a não confundir os produtos e a escolher qual faz mais sentido para o seu perfil:

CritérioClube de investimentoFundo de investimento
GestãoMuitas vezes o gestor é um membro do clube e não necessariamente um profissional do mercado. Suas decisões podem ser delegadas ou coletivas. Feita exclusivamente por profissionais qualificados e autorizados pela CVM, que têm autonomia para escolher os investimentos e aplicar estratégias, respeitando os limites do estatuto do fundo.
ConstituiçãoQualquer pessoa física pode formar, basta contatar uma corretora.Criado por instituições financeiras, não é aberto a pessoas comuns.
ParticipantesLimitado a 3 a 50 pessoas. Só aceita pessoas físicas.Normalmente, sem limite de cotistas, incluindo investidores institucionais.
PatrimônioGeralmente mais modesto, definido pelos participantes; pode começar com valores menores.Normalmente alto patrimônio, acima de 1 milhão de reais.
PublicidadeNão pode ser divulgado publicamente; exclusivo para o grupo de cotistas.Pode ser oferecido em plataformas das instituições financeiras e divulgado em mídia especializada.
Riscos e rentabilidadeRetorno depende do desempenho da carteira; maior variação devido a menor diversificação.Retorno também depende dos ativos; gestão profissional tende a reduzir risco, mas não garante retorno.
Assembleias / decisõesCotistas participam das assembleias e podem eleger o gestor e decidir estratégias.Decisões tomadas pelo gestor profissional; cotistas não participam da gestão direta.

Quais as regras de um clube de investimento?

Clubes de investimento não são a “casa da mãe Joana”. Apesar da aparência informal — quase como uma “reunião de amigos” —, eles possuem regras rígidas. Esses investimentos são regulados pela Instrução CVM 494/2011, que define as principais normas a serem cumpridas. Entre as mais relevantes estão:

  • Constituição: deve ser formado como condomínio aberto, permitindo que cotistas solicitem o resgate ou aumentem suas cotas a qualquer momento;
  • Número de participantes: deve ter no mínimo 3 e no máximo 50 membros;
  • Limite de participação: nenhum cotista pode deter mais de 40% das cotas;
  • Perfil dos participantes: só são aceitos investidores pessoas físicas;
  • Denominação: o nome do clube deve conter a expressão “Clube de Investimento”;
  • Investimentos mínimos: pelo menos 67% do patrimônio líquido deve ser aplicado em:
    • Ações;
    • Bônus de subscrição;
    • Debêntures conversíveis em ações de companhias abertas;
    • Recibos de subscrição;
    • Cotas de fundos de índices de ações negociados em mercado organizado;
    • Certificados de depósitos de ações.
  • Registro e funcionamento: constituído por ato do administrador e registrado em entidade administradora de mercado organizado;
  • Responsabilidade pelas transações: todas as operações devem ser realizadas por corretora ou banco de investimentos;
  • Proibição de publicidade: não é permitido buscar cotistas por meio de serviços públicos de comunicação, incluindo redes sociais;
  • Negociação de cotas: as cotas desse fundo (ou clube de investimento) não podem ser compradas ou vendidas em bolsas de valores ou outros mercados organizados, como acontece com ações, ETFs ou fundos listados;
  • Gestão do clube: o clube não pode ser administrado pelos membros, mas um cotista pode ser eleito gestor da carteira em assembleia geral;
  • Contabilidade e obrigações: todas as obrigações contábeis devem ser cumpridas, incluindo relatórios de despesas, classificação de ativos e passivos, entre outros;
  • Integralização das cotas: deve ser feita em moeda corrente ou títulos;
  • Assembleia geral: deve ser realizada dentro de 120 dias após o término do exercício.

Além de obedecer às normas de mercado, cada clube de investimento deve funcionar de acordo com seu estatuto social — um documento que define as regras internas do grupo, como objetivos, forma de gestão, direitos e deveres dos cotistas.

Entre outras informações importantes, precisa constar neste estatuto:

  • Duração: por quanto tempo o clube permanecerá ativo (prazo determinado ou indeterminado);
  • Taxas: valores cobrados pela administração, custódia e demais serviços;
  • Estratégias de investimento: definição dos tipos de ativos em que o clube pode aplicar, limites de concentração e forma de gestão;
  • Registro: identificação do administrador e informações sobre o registro do clube junto à CVM;
  • Critérios de distribuição de resultados: como e quando os lucros serão apurados e repassados;
  • Regras de assembleias: como são tomadas as decisões coletivas e qual o quórum necessário para alterações importantes.

Quantos participantes pode ter um clube de investimento?

Clubes de investimento são mais restritos que fundos de investimento em geral. Eles precisam ser formados por no mínimo 3 e no máximo 50 investidores.

Outras regras importantes a observar quanto a sua constituídos incluem: –

  • Gestor: pode ser um profissional do mercado ou até um dos próprios membros, escolhido em assembleia. Nesse caso, não recebe remuneração e só pode gerir aquele único clube;
  • Administrador: deve ser obrigatoriamente uma instituição autorizada pela CVM e não pode ser membro do clube.

Lembrando que o gestor é quem toma as decisões de investimento do clube, enquanto o administrador cuida da parte operacional, garantindo o cumprimento das normas e a guarda dos recursos dos investidores.

Qual é a taxa de administração de um clube de investimento?

A taxa de administração varia de clube para clube. Costuma ficar entre 0,5% e 2,0% ao ano, dependendo do grau de profissionalização e do patrimônio. 

Essa informação precisa constar no estatuto e serve para cobrir os custos operacionais, como serviços de administração e gestão — especialmente quando o gestor é um profissional terceirizado, e não um membro.

O valor da taxa é calculado como um percentual anual sobre o patrimônio líquido, normalmente pago de forma proporcional todos os meses.

Exemplo: se a taxa for 1% ao ano e o patrimônio for R$500.000,00, o valor anual pago ao administrador será R$5.000, o que equivale a R$416,67 por mês. Essa despesa é dividida entre os cotistas de acordo com a participação de cada um.

Tributação do clube de investimento

A tributação segue as mesmas regras dos Fundos de Investimento em Ações: o cotista paga 15% de Imposto de Renda (IR) sobre os rendimentos obtidos — ou seja, o desconto incide apenas sobre o lucro, não sobre o capital aplicado.

Esse valor só é descontado no momento do resgate.

As movimentações internas do clube não são tributadas e estão isentas de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Vale a pena investir em clube de investimento ou em corretora?

Depende do que o investidor busca. Os clubes de investimento costumam ser mais interessantes para quem quer aprender na prática como o mercado de capitais funciona, geralmente em conjunto com amigos ou familiares. 

A participação dos cotistas na tomada de decisões é maior, há proximidade com o gestor, e o investidor acompanha de perto como o clube aplica os recursos. 

Os Fundos de Investimento (FI) oferecidos por corretoras, por sua vez, são uma forma prática de investir em um cesto de ativos com uma só aplicação, contando com a comodidade de um profissional do mercado tomando todas as decisões. 

Essa é a melhor escolha para quem busca comodidade e gestão profissional. Outras vantagens incluem maior liquidez, já que é mais fácil resgatar ou transferir cotas, e potencialmente maior rentabilidade, justamente porque as estratégias e decisões são tomadas por quem entende do mercado.

Para facilitar a comparação, vale colocar as principais diferenças entre clubes de investimento e fundos de investimento lado a lado:

CaracterísticaClube de investimentoFundo via corretora
GestãoPode ser feita por um cotista ou profissionalProfissional do mercado
Participação do investidorAlta, decisões podem ser coletivasBaixa, decisões tomadas pelo gestor
Número de cotistas3 a 50Ilimitado
Preço das cotasRelativamente alto, por causa do limite de 50 cotistasNormalmente mais acessível
LiquidezMenor, depende do estatutoMaior, resgate geralmente rápido
RentabilidadeDepende do desempenho e da estratégia do clube; pode variarCostuma ser mais alta, pois a gestão é profissional
TransparênciaAlta, acompanhamento próximo da gestãoMédia, relatórios periódicos

Qual a rentabilidade de um clube de investimento?

Assim como os dos fundos de investimento em ações, pelo menos 67% do patrimônio dos clubes deve estar alocado em ações e outros produtos de renda variável. Por isso, a rentabilidade desses clubes não é previsível.

O retorno pode variar significativamente de clube para clube, dependendo do sucesso das estratégias adotadas e do desempenho dos ativos da carteira.

Por isso, é natural que a rentabilidade dos clubes de investimento tenda a ser inferior à dos fundos de investimento, que são obrigatoriamente geridos por profissionais experientes, com amplo conhecimento do mercado.

Como participar de um clube de investimentos?

Os clubes de investimento não são anunciados publicamente e não têm cotas negociadas na bolsa. Por isso, não é possível simplesmente “entrar sozinho”. Para participar, é preciso procurar um agente autônomo de investimento ou o administrador do clube e solicitar a aplicação

Dessa forma, você passa a fazer parte do grupo e pode acompanhar os investimentos do clube. 

Outra possibilidade, claro, é criar o seu próprio clube de investimentos. Quer saber como? É isso que explico a seguir.

Como posso criar um clube de investimentos?

Para começar um clube de investimentos com sua família ou amigos, siga o passo a passo abaixo:

  1. Reúna os cotistas: junte um grupo de no mínimo 3 e no máximo 50 participantes;
  2. Redija o estatuto social: este documento rege o funcionamento do clube e deve, minimamente, conter:
    • Duração: prazo determinado ou indeterminado;
    • Taxas: administração e, se houver, gestão;
    • Estratégia de investimento: tipos de ativos e limites de concentração;
    • Critérios de ingresso e saída dos cotistas;
    • Regras de distribuição de resultados;
    • Gestor e administrador: responsabilidades e limitações;
    • Regras de assembleias e decisões coletivas.
  3. Contrate o administrador: instituição financeira autorizada pela CVM (corretora ou banco), responsável pela parte operacional, registros e cumprimento da legislação. Não pode ser membro do clube;
  4. Escolha o gestor: pode ser um profissional do mercado ou um membro do clube, escolhido pelos cotistas. Ele ou ela será responsável pelas decisões de investimento, respeitando as regras do estatuto;
  5. Registre na CVM: envie o estatuto e demais documentos para registro. O clube só pode começar a funcionar após a aprovação. Nesse momento, ele também recebe CNPJ, tornando-se uma pessoa jurídica oficial, apta a movimentar recursos e prestar contas;
  6. Determine o capital inicial: cada cotista aporta um valor definido no estatuto. Quanto maior o patrimônio, mais fácil diversificar a carteira e buscar investimentos vantajosos;
  7. Inicie as operações: após registro e aporte inicial, o clube pode investir nos ativos definidos no estatuto. A administração deve manter registro de todas as operações e atualizar os cotistas regularmente.
  8. Acompanhe e ajuste: realize assembleias periódicas para revisar estratégias, desempenho dos ativos e movimentações de cotistas. Ajuste o portfólio conforme necessário.

Lembrete final: os clubes são regulados pela Instrução CVM 494/2011. Em caso de dúvida, revise o documento, mas não se preocupe: a administração é responsável por cuidar das burocracias e garantir que o clube esteja de acordo com a legislação.

Custos de um clube de investimento

Os custos de um clube de investimento incluem a taxa de administração e, se previsto no estatuto, a taxa de performance.

A taxa de administração é paga à corretora ou banco e cobre serviços como consultoria, tesouraria, controle de ativos e escrituração de cotas.

A taxa de performance é facultativa e funciona como uma bonificação paga ao gestor — quando ele não é participante do clube — sempre que o portfólio supera um indicador de referência previamente definido, ou seja, quando o clube apresenta retornos acima da média do mercado.

Tanto a taxa de administração quanto a de performance devem estar claramente previstas no estatuto social do clube.

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Comentários

Paulo Pedro dos Santos - 14/05/2018

Boa tarde. Gostaria de entender mais sobre este investimento

Kleber Stumpf - 14/05/2018

Oi Paulo, tudo bem? Sobre os clubes ou fundos de investimento? ;) Qualquer coisa só me chamar. Conheça nosso curso de finanças pessoais. Visite meu canal no YouTube! Curta nossa página no facebook e não esqueça de compartilhar nosso conteúdo para que possamos continuar com a educação financeira gratuita. Um abraço, Kléber Stumpf

João - 11/06/2019

Faltou comentar sobre as vantagens fiscais de se abrir um clube.

Kleber Stumpf - 11/06/2019

Oi João, tudo bem? Não há vantagens fiscais, se comporta exatamente como um fundo de investimentos... Visite meu canal no YouTube! Adquira nosso curso completo da para as provas da ANBIMA. Siga a gnt no Intagram e não esqueça de compartilhar nosso conteúdo para que possamos continuar com a educação financeira gratuita. Siga-nos no instagram. Um abraço, Kléber Stumpf

JOÃO - 11/06/2019

Tá, talvez pro cotista não, mas pro administrador do fundo ou os membros do clube por exemplo, eles não possuem o benefício de não pagar imposto de renda sobre o ganho de capital? Apenas quando vendem-se as cotas. Isso faz uma diferença absurda no resultado final se comparado à investir apenas como pessoa física.

Kleber Stumpf - 12/06/2019

João, Mais uma vez, absolutamente nenhuma vantagem fiscal. Ao investir em renda variável, o Imposto de Renda será SEMPRE pago somente na liquidação da operação. Visite meu canal no YouTube! Adquira nosso curso completo da para as provas da ANBIMA. Siga a gnt no Intagram e não esqueça de compartilhar nosso conteúdo para que possamos continuar com a educação financeira gratuita. Siga-nos no instagram. Um abraço, Kléber Stumpf

João - 13/06/2019

De acordo com Tiago Reis, da Suno Research: "O maior benefício de se investir em um clube de investimento é a postergação do pagamento de imposto de renda somente para o resgate da cota. Por exemplo, se você compra e vende ações, é melhor fazer estas operações dentro de um clube do que na pessoa física. Se você negociar ações mas não retirar o patrimônio do fundo você não pagará impostos. Só irá pagar no saque dos recursos do fundo, caso tenha lucros." Isso está errado? Não foi o primeiro que vi comentar sobre isso.

Kleber Stumpf - 28/07/2019

João, Você está fazendo uma confusão enorme das coisas. As duas coisas são COMPLETAMENTE distintas. Se você está estudando para certificações financeiras é importante compreender as tributações e o funcionamento, cuidado com sites que tem direcionamento para venda de produtos. PESSOA FÍSICA só paga IR na alienação, CLUBE precisa de um patrimônio mínimo e 3 pessoas. Mais uma vez, não tem como compará-las. Seria algo como comparar um a rentabilidade de uma ação com o DI. É algo que beira o absurdo. Visite meu canal no YouTube! Adquira nosso curso completo para as provas da CPA 20. Compartilhe nosso conteúdo para que possamos continuar com a educação financeira gratuita. Siga-nos no instagram. Um abraço, Kléber Stumpf

Erick - 13/12/2019

A pessoa física escolhida para administrar o clube, essa pessoa pode administrar outros clubes tambem ou apenas 1?

Kleber Stumpf - 16/12/2019

E ai Erick, tudo certo? Veja: "Por vezes, administrador e gestor podem ser a mesma instituição. Uma peculiaridade do clube é que a gestão da carteira de ativos poderá ser feita por um ou mais cotistas, desde que tenham sido escolhidos pelos demais participantes do grupo, em assembleia geral. Se isso ocorrer, vale lembrar que o gestor não poderá ter remuneração e não poderá gerenciar mais de um clube." Então, pessoa física poderá somente administrar um clube de investimento. Certo? ;) Visite meu canal no YouTube! Adquira nosso curso completo para as provas da CPA 20. Siga a gnt no Instagram Siga a gnt no Instagram e não esqueça de compartilhar nosso conteúdo para que possamos continuar com a educação financeira gratuita. Tenha acesso aos materiais de estudos da TopInvest Um abraço, Kléber Stumpf