Benchmark é o objetivo dos fundos referenciados. Mesmo um fundo que tem como objetivo alcançar o DI, ou bater, pode acabar não conseguindo.

Só a tarefa de conseguir replicar o índice, é algo muito complicado. Por exemplo, os fundos de ações, geralmente perseguem o Ibovespa ou índice de SmallCaps.

Benchmark: DI, ou CDI

Isso ocorre devido à consistência que tal índice possui.

Então observando esse detalhe, os fundos de renda fixa, tentam replicar o resultado do DI, para motivar os investidores a aplicarem seus recursos nos fundos.

De certa maneira faz todo sentido, utilizar um dos principais índices de renda fixa como benchmark.

Uma vez que, historicamente, o DI consegue entregar um resultado excelente. É de se admitir, o Brasil, é um paraíso para renda fixa, economistas do mundo chegam a afirmar que o Brasil tem o último almoço gratis no mundo.

Paraíso do juro!

Ainda, observando a taxa de juro real que temos. No momento em que escrevo esse artigo, temos nada mais, nada menos, que 13,00% de Selic (taxa oficial de juros divulgada pelo Banco Central).

Com uma inflação bem próxima do teto da meta, que é de 6,5%. Temos algo perto de 7% de juro real.

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Só para ter uma ideia. Existem países, com o Japão, que possuem taxa de juro negativo. Em outras palavras, o dinheiro se desvaloriza sozinho. Tecnicamente, vale mais a pena, ficar com o dinheiro no colchão, do que em um banco.

Aproveitando esse assunto de investimentos no estrangeiro, vamos falar um pouco sobre o megainvestidor Warren Buffet.

Alias, porque não, indicar um livro com varias dicas, de estratégias do oraculo de Omaha?

O livro, Os princípios de investimento de Warren Buffet: 24 estratégias simples do maior investidor do mundo (Você S/A Livro 16)da Você S.A, é uma boa leitura, para você que ainda não conhece muito sobre essa figura lendária dos investimentos.

Talvez, essa obra ajude a você, que possui algum receio na renda variável, começar a investir em tais ativos.

Seguir o principal índice da bolsa

Muitos fundos de investimento tem por característica, colocar o benchmark no Ibovespa. Geralmente esses fundos são de ações ou mesmo multimercado.

Mas nem todos conseguem rendimento similar ao do índice. Isso pode acontecer devido à alta taxa administrativa, que eventualmente pode acabar puxando a rentabilidade para baixo.

Ou, a dificuldade de manter a carteira, exatamente fiel, a do índice. Quando você analisar os resultados passados do fundo, fique bem atento a isso.

Na realidade, o melhor mesmo, e começar a investir nas ETFs. Essa forma de investimento é muito interessante, e pode gerar bons lucros no longo prazo.

A ETF nada mais é do que um fundo negociado em bolsa, que segue algum índice. No caso, o Ibovespa, temos o BOVA11, como exemplo de ETF.

Para o índice de dividendos, temos o DIVO11, e assim por diante. O mercado desse produto financeiro, ainda não é tão grande como o das ações, mas está crescendo ano após ano.

Principais dificuldades

Observando, os fundos que tentam manter uma carteira, e assim, ficar próximo do benchmark, o problema consiste porém em encontrar esse equilíbrio.

Vendo as ETFs, posso dizer que tais fundos, possuem um alto patrimônio, tão alto quanto dos maiores fundos de investimentos tradicionais.

Dessa forma, fica mais fácil de copiar a certeira do índice, conseguir recursos para financiar as despesas do fundo.

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Sem esquecer, que no momento que você quiser o seu dinheiro de volta, só é preciso negociar a cota no mercado.

Sendo assim, o fundo não precisa vender posições para conseguir a quantidade de dinheiro necessária para estornar ao cliente.

Na minha visão, os fundos tradicionais, tem um papel muito relevante no mercado, mas, as ETFs, possuem vantagens muito interessantes.