As certificações Anbima são marcos importantes para qualquer carreira no mercado financeiro. Muitas instituições e empresas, inclusive, as consideram indispensáveis e, mesmo quando não são obrigatórias, é inegável o peso que elas trazem para o currículo.
Só que muita coisa mudou nesse assunto em 2026. A CPA-10, a CPA-20 e a CEA deram lugar à CPA, C-Pro R e C-Pro I, com uma nova lógica de certificação, provas mais conectadas às atividades exercidas no dia a dia e a necessidade de atualização profissional contínua.
É por isso que, neste artigo, vou te explicar o que são as certificações Anbima, para que servem, qual é a ordem entre elas e o que cada uma permite fazer. Também vamos olhar juntos para os números de profissionais certificados e entender como é o perfil de quem busca esses selos.
Siga por aqui para descobrir:
- O que é certificação profissional Anbima;
- Para que servem as certificações Anbima;
- Qual a ordem das certificações Anbima;
- Quantos profissionais possuem certificações Anbima;
- Como posso consultar os profissionais certificados da Anbima;
- Como passar nas provas da Anbima de primeira.
Vem comigo!
O que é certificação profissional Anbima?
Uma certificação profissional Anbima é uma qualificação que comprova os conhecimentos e as competências necessários para exercer determinadas atividades no mercado financeiro. Dependendo da certificação específica, ela pode estar relacionada à distribuição de investimentos, ao relacionamento com clientes, à análise de produtos ou à gestão profissional de recursos.
E aqui já vale uma atualização importante: se você chegou neste conteúdo procurando pela CPA-10, pela CPA-20 ou pela CEA, saiba que essas certificações foram descontinuadas. Desde 2026, a trilha de distribuição da Anbima passou a ser formada por CPA, C-Pro R e C-Pro I.
Não foi apenas uma troca de nomes. A nova estrutura foi desenvolvida para aproximar as certificações das atividades que os profissionais realmente exercem e avaliar, além do conhecimento técnico, competências comportamentais importantes para o trabalho, como comunicação, análise do contexto do cliente, autogestão e tomada de decisão.
Além dessas três certificações de distribuição, a Anbima mantém a CFG, CGA e CGE, direcionadas à área de gestão de recursos de terceiros.
Para que servem as certificações Anbima?
Pode-se dizer que as certificações ANBIMA ajudam a definir quais conhecimentos e competências são esperados de quem exerce determinadas funções no mercado financeiro.
Só que essa lógica mudou bastante em 2026.
Na estrutura antiga, a CPA-10, a CPA-20 e a CEA criavam uma progressão muito ligada ao público atendido e ao nível de especialização. Na reformulação, a Anbima passou a olhar com mais atenção para o trabalho que esses profissionais realmente desempenham, e por isso, às certificações agora cabe muito mais o papel de qualificar essas pessoas para suas tarefas diárias dentro de uma instituição financeira.
E tem mais uma mudança importante e que impacta diretamente na função desses selos: a certificação deixou de ser algo que você conquista e só volta a olhar anos depois.
No novo modelo, quem deseja manter CPA, C-Pro R e C-Pro I ativas precisa cumprir a atualização anual, que envolve microcertificações indicadas pela ANBIMA e o pagamento da atualização.
A ideia, portanto, é que o desenvolvimento acompanhe as mudanças do próprio mercado. Novos produtos, regras, tecnologias e formas de atender clientes surgem o tempo inteiro. Faz sentido que a qualificação de quem trabalha com tudo isso também continue evoluindo.
Qual a ordem das certificações Anbima?
Para quem quer atuar com distribuição de investimentos, a CPA é o ponto de partida obrigatório. Depois dela, o caminho se divide entre C-Pro R e C-Pro I. Nestas duas últimas, não é necessário fazer uma para chegar à outra: você pode conquistar apenas uma delas ou seguir pelos dois caminhos, dependendo das atividades que pretende exercer. A CPA, porém, é pré-requisito para ambas.
Já para quem pretende seguir pela gestão de recursos de terceiros, existe outra sequência. A CFG funciona como base e é pré-requisito para a CGA e para a CGE. Depois dela, a escolha depende do tipo de recurso que o profissional pretende gerir.
Agora, vamos entender o papel de cada uma.
CPA
A CPA, Certificado Profissional Anbima, é o primeiro passo da nova trilha de distribuição de investimentos. É ela que fornece a base necessária para quem deseja começar a carreira nessa área e também funciona como pré-requisito para obter a C-Pro R ou a C-Pro I.
Seu foco está nos conhecimentos fundamentais sobre os principais investimentos e outros produtos do mercado financeiro. A certificação está ligada principalmente a funções comerciais de prospecção, atendimento e suporte aos clientes.
Pense nela, portanto, como a base sobre a qual você poderá escolher sua especialização. Depois da CPA, dá para seguir pelo relacionamento com clientes, com a C-Pro R, pelo aprofundamento técnico em investimentos, com a C-Pro I, ou conquistar as duas.
C-Pro R
A C-Pro R, Certificação Profissional Anbima de Relacionamento, é direcionada a quem atua na área comercial e mantém uma relação mais próxima com o cliente.
Aqui, o conhecimento vai além de simplesmente apresentar produtos. O profissional precisa entender as necessidades do cliente, analisar seu perfil, considerar objetivos e recomendar um portfólio adequado, além de saber apresentar os riscos envolvidos nas alternativas sugeridas.
É justamente por isso que o “R” vem de relacionamento. A certificação combina conhecimento sobre investimentos com competências necessárias para transformar essas informações em uma recomendação coerente com cada cliente.
Para obter a C-Pro R, é obrigatório possuir a CPA.
C-Pro I
A C-Pro I, Certificação Profissional Anbima de Investimento, segue por outro caminho: o aprofundamento técnico.
Ela é direcionada a profissionais que precisam conhecer em mais detalhes os produtos de investimento e suas estruturas, inclusive para participar da construção de carteiras recomendadas e prestar suporte técnico aos profissionais que atuam diretamente no relacionamento com clientes.
Aqui aparece uma diferença importante entre as duas C-Pros. Enquanto a C-Pro R olha principalmente para o cliente e a recomendação, a C-Pro I aprofunda os produtos e a análise necessária para estruturar as alternativas de investimento.
Assim como acontece com a C-Pro R, a CPA é pré-requisito para obter a C-Pro I.
CFG
A CFG, Certificação Anbima de Fundamentos em Gestão, é voltada para quem pretende iniciar ou acelerar a carreira na gestão de recursos de terceiros.
Ela cobre a base técnica necessária para esse mercado, com temas como métodos quantitativos, economia, análise de demonstrações financeiras, finanças corporativas, mercados e instrumentos financeiros, teoria de carteiras, alocação de ativos, riscos, ética e regulação.
Mas atenção a uma diferença importante: ter a CFG, sozinha, não habilita alguém a atuar como gestor profissional, ok? Ela não é obrigatória para nenhuma função específica, já que seu papel é fornecer a base e servir como pré-requisito para conquistar a CGA ou a CGE.
CGA
A CGA, Certificação de Gestores Anbima, é direcionada aos profissionais que atuam diretamente na gestão de recursos de terceiros, com poder para tomar decisões de investimento nas carteiras sob sua responsabilidade.
Ela está relacionada à gestão de fundos e carteiras administradas dentro do escopo definido pelas regras da ANBIMA.
Aqui já estamos, portanto, em outro nível de atuação: enquanto a CFG fornece a formação básica para entrar na área de gestão, a CGA é uma certificação profissional para quem efetivamente exerce determinadas atividades de gestão.
E lembra da ordem? Para conquistar a CGA, primeiro é necessário possuir a CFG.
CGE
A CGE é a Certificação de Gestores Anbima para Fundos Estruturados e é voltada a quem pretende atuar na gestão profissional de Fundos de Investimento em Participações (FIPs), Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) e Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs).
É aí que fica mais fácil entender a diferença para a CGA. Enquanto a CGA habilita para a gestão de fundos de renda fixa, ações, cambiais e multimercados, a CGE concentra-se nesses veículos estruturados. Quem pretende atuar nos dois segmentos pode, portanto, obter as duas certificações.
Assim como acontece com a CGA, a CFG é pré-requisito para conquistar a CGE. Depois de obter a certificação de fundamentos, o profissional pode seguir para CGA, CGE ou para ambas, de acordo com a área de gestão em que pretende atuar.
Quantos profissionais possuem certificações Anbima?
De acordo com o Sumário Estatístico das Certificações da Anbima, 328 mil profissionais possuem certificação da entidade. Ao todo, são 483 mil certificações ativas, número maior porque uma mesma pessoa pode possuir mais de uma certificação.
O mesmo levantamento ainda traz o dado de 985 mil certificações emitidas, mas isso não quer dizer que todas continuem válidas. Uma certificação emitida entra para o histórico a partir do momento em que é conquistada.
Já uma certificação ativa é aquela que permanece válida, depois de consideradas questões como vencimentos e atualizações. É por isso que o total histórico de certificações emitidas é praticamente o dobro do número de certificações ativas.
Entre as certificações ativas apresentadas atualmente pela Anbima, a distribuição é esta:
|
Certificação |
Certificações ativas |
|
CPA-10 |
213,66 mil |
|
CPA-20 |
196,96 mil |
|
CEA |
52,12 mil |
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CFG |
8,64 mil |
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CGA |
6,84 mil |
|
CGE |
4,76 mil |
Reparou que CPA-10, CPA-20 e CEA ainda aparecem no levantamento, mesmo que tenham sido substituídas? Isso acontece porque a mudança para CPA, C-Pro R e C-Pro I começou em 2026 e os dados estatísticos disponíveis ainda refletem, em grande parte, a estrutura anterior das certificações.
Por isso, essa tabela não quer dizer que ainda seja possível obter CPA-10, CPA-20 ou CEA, ok? Lembre-se que as três foram descontinuadas com a entrada da nova trilha.
Outro dado interessante do documento é uma taxa de retenção de 50%. Em outras palavras, quando colocamos lado a lado o histórico de certificações emitidas e aquelas que permanecem ativas, aproximadamente apenas metade continua válida.
Quantas inscrições para as provas Anbima são feitas por ano?
As provas de certificação da ANBIMA já somam 2,09 milhões de inscrições desde o início da série histórica. É muita gente querendo conquistar uma certificação, e a procura ganhou ainda mais força nos últimos anos.
Só em 2025, para você ter ideia, a Anbima registrou o maior volume de inscrições e exames da história de seu programa de certificações: foram mais de 130 mil provas aplicadas apenas no último trimestre do ano. Em dezembro, foram 65 mil exames, mais de três vezes o antigo recorde mensal do período pós-pandemia.
E existe uma explicação para tamanha correria, é claro. 2025 foi o último ano para realizar as provas de CPA-10, CPA-20 e CEA, que deram lugar à CPA, C-Pro R e C-Pro I em 2026. A procura na reta final foi tão grande que a Anbima até precisou ajustar o cronograma da transição para conseguir atender os exames já agendados.
Quantos profissionais são certificados pela Anbima anualmente?
Em 2025, dado mais recente divulgado pela Anbima até então, as provas de certificação da entidade registraram 123,2 mil aprovações. Foram 233,7 mil exames realizados ao longo do ano, o que resultou em uma taxa de aprovação de 53%.
É um salto considerável em relação aos anos anteriores. Em 2024, por exemplo, foram 72,5 mil aprovações. Olha só como esses números evoluíram nos últimos anos:
|
Ano |
Exames realizados |
Aprovações |
Taxa de aprovação |
|
2021 |
122,5 mil |
53 mil |
43% |
|
2022 |
164,8 mil |
69,7 mil |
42% |
|
2023 |
157,6 mil |
63,7 mil |
40% |
|
2024 |
155,2 mil |
72,5 mil |
47% |
|
2025 |
233,7 mil |
123,2 mil |
53% |
Vale lembrar que obviamente 2025 chama atenção não apenas pelo número de aprovações, mas também pelo volume de provas, já que foi o último ano de CPA-10, CPA-20 e CEA, e a corrida para conquistar essas certificações antes da mudança ajudou a levar a procura a níveis recordes.
Qual o perfil do profissional certificado?
Os dados da Anbima mostram que não existe um único caminho até a certificação, e passar de primeira está longe de ser regra. No histórico acumulado, cerca de 349,5 mil aprovações aconteceram na primeira tentativa, enquanto praticamente o mesmo número, 334 mil, veio depois de duas ou três tentativas.
E tem muita gente que precisou insistir ainda mais, olha só:
|
Número de tentativas até a aprovação |
Aprovações |
|
1 tentativa |
349,49 mil |
|
2 a 3 tentativas |
334,02 mil |
|
4 a 5 tentativas |
113,41 mil |
|
6 a 7 tentativas |
36,76 mil |
|
7 a 10 tentativas |
15,95 mil |
|
Mais de 10 tentativas |
5.914 |
Perceba que somente os grupos que precisaram de duas a cinco tentativas já somam mais aprovações do que aquele formado por quem conseguiu passar logo na primeira. Então, se você não passar de primeira, definitivamente não estará fora do perfil de quem conquista uma certificação Anbima, então não precisa desanimar e muito menos desistir.
Os números históricos de aprovação completam esse retrato. Em alguns anos, menos da metade dos exames realizados terminou em aprovação. Mesmo em 2025, quando a taxa chegou a 53%, praticamente metade das provas não resultou em aprovação.
Lembrando que esses dados refletem principalmente a trajetória das certificações anteriores. CPA, C-Pro R e C-Pro I começaram em 2026, com novas provas e uma nova forma de avaliar os candidatos, então ainda não existe histórico suficiente para saber se esse comportamento vai se repetir na nova trilha.
Voltando ao assunto (e por falar nos novos selos), com as mudanças nas certificações, o perfil de profissional que a Anbima quer certificar daqui para frente já está bem definido. E, para chegar a ele, a entidade foi investigar o que essas pessoas realmente fazem no trabalho.
No estudo que embasou a reformulação, realizado em parceria com a Deloitte, foram ouvidos 50 profissionais de bancos múltiplos e de investimento, assessorias de investimento, cooperativas de crédito e fintechs. A análise identificou seis grandes perfis de atuação:
- Agentes comerciais;
- Gerentes de relacionamento;
- Assessores de investimento;
- Bankers;
- Consultores de investimento;
- Especialistas de investimento.
Depois, a jornada de distribuição foi dividida em cinco momentos, desde a prospecção e identificação do perfil do cliente até o monitoramento da carteira. Para cada etapa, foram mapeadas as habilidades técnicas e comportamentais que o profissional precisa ter para desempenhar suas atividades.
É daí que vem uma das maiores diferenças das novas certificações. Com CPA, C-Pro R e C-Pro I, não basta saber sobre produtos financeiros e memorizar conceitos. Dependendo da função, entram também competências relacionadas ao atendimento, à análise das necessidades do cliente, à recomendação, à comunicação, à tomada de decisão e à resolução de problemas.
As próprias provas foram reformuladas para acompanhar essa mudança, com questões que exigem interpretação e aplicação do conhecimento em situações mais próximas da rotina profissional.
No fim, dá para tirar duas coisas desse retrato. A primeira é que conquistar uma certificação pode exigir mais de uma tentativa, e isso é absolutamente comum no histórico da Anbima.
A segunda é que, na nova trilha, o objetivo vai além de comprovar que a pessoa estudou o conteúdo: é certificar profissionais que consigam usar esse conhecimento no trabalho.
Como posso consultar os profissionais certificados da Anbima?
Você pode consultar se um profissional possui certificação diretamente no site da entidade, na página de Consulta de Profissionais.
Para isso, você precisa informar o CPF que deseja buscar. Como resultado, você consegue identificar qual certificação a pessoa tem, o status atual e a validade do selo.
Lembrando que, como 2026 é o ano de transição para o novo modelo, você pode encontrar vários profissionais com certificações sob o status de “em transição”. É o caso de quem possuía CPA-10, CPA-20 ou CEA válida antes da mudança e ainda está cumprindo as etapas necessárias para obter CPA, C-Pro R ou C-Pro I.
As antigas certificações já foram descontinuadas, mas esses profissionais têm até dezembro desse ano para concluir a migração pelo Anbima Edu.
Como passar nas provas da Anbima de primeira?
Se preparando adequadamente, especialmente agora que as certificações mudaram e estão mais complexas. Para isso, considere estes quatro passos:
- Conhecer o edital da certificação;
- Montar um cronograma de estudos possível de cumprir;
- Resolver questões e simulados;
- Revisar os temas de maior peso e aqueles em que você tem mais dificuldade.
Vamos por partes.
-
Conhecer o edital da certificação
Esse sempre foi o primeiro passo, mas agora ele merece ainda mais atenção. Muita coisa mudou nas certificações da Anbima, inclusive a forma como o conhecimento é cobrado.
É no edital e nos documentos oficiais da certificação que você encontra o conteúdo exigido, a estrutura da avaliação, as regras do exame e os detalhes que precisa conhecer antes de estudar, independentemente de qual certificação você esteja buscando.
E ao contrário do que acontecia na trilha anterior, não basta mais estudar pensando apenas em reconhecer uma definição entre quatro alternativas. Nas novas certificações de distribuição, a entidade incorporou questões contextualizadas, árvores de diálogo e estudos de caso, justamente para avaliar como o conhecimento é aplicado em situações próximas da rotina profissional, em vez de apenas passar por conceitos sem contexto.
Por isso, leia o edital antes de abrir a primeira aula. Saber o que será cobrado e de que maneira evita gastar horas estudando algo que não faz parte da sua prova ou dar pouca atenção justamente ao conteúdo que mais exige preparação.
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Montar um cronograma de estudos
Aqui eu vou ser bem realista: o melhor cronograma não é aquele que parece bom e completo na planilha, mas sim o que de fato cabe na sua rotina.
Se você consegue estudar duas horas por dia, ótimo. Se consegue 30 minutos, trabalhe com esses 30 minutos. E se em determinados dias só existem 15 minutos livres, 15 minutos bem aproveitados ainda são melhores do que planejar duas horas, não conseguir cumprir e passar a semana sentindo frustração por conta do atraso.
Na hora de se organizar, primeiro, veja quanto tempo existe entre hoje e a prova. Depois, distribua o conteúdo nesse período, reservando mais espaço para os assuntos de maior peso e aqueles em que você encontra mais dificuldade.
Também deixe a revisão dentro do cronograma desde o início. Não espere terminar todo o conteúdo para descobrir que já esqueceu metade do que estudou nas primeiras semanas. Inclusive, voltarei nesse ponto no passo quatro!
-
Resolver questões e simulados
Aqui está uma das partes mais indispensáveis da sua preparação: não responda questões apenas para descobrir se acertou ou errou e seguir em frente.
Errou? Descubra por quê. Entendeu errado o conceito? Confundiu duas alternativas? Caiu em uma pegadinha? Faltava conhecimento sobre aquele assunto?
É por isso que simulados com questões comentadas, como os da TopInvest, ajudam tanto. Com elas, quando você comete um erro, consegue entender o raciocínio por trás da questão em si e do seu tema, e consegue resolver as próximas com muito mais facilidade.
Além disso, fazer questões é uma das melhores formas de conhecer a dinâmica da prova. E, conforme a data se aproxima, vale fazer simulados completos respeitando o tempo real do exame.
Assim, você treina conteúdo e também aprende quanto tempo pode gastar em cada questão sem chegar aos minutos finais ainda com uma parte enorme da prova pela frente.
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Revisar os temas de maior peso
Revisão não precisa (na verdade, não deve) acontecer só na véspera.
Intercalar estudo e revisão ajuda a reencontrar o conteúdo antes que ele fique distante demais na memória. E aqui vale dar prioridade tanto aos temas mais relevantes para a prova quanto àqueles que mais estão dando trabalho para você.
Um cronograma simples poderia funcionar assim:
|
Dia |
Estudo principal |
Revisão |
|
Segunda |
Tema 1 |
— |
|
Terça |
Tema 2 |
Tema 1 |
|
Quarta |
Tema 3 |
— |
|
Quinta |
Tema 4 |
Temas 1 e 2 |
|
Sexta |
Tema de maior dificuldade |
Tema 3 |
|
Sábado |
Questões e simulado |
Erros da semana |
|
Domingo |
Descanso ou revisão leve |
Pontos que ainda geram dúvida |
Não precisa copiar essa tabela exatamente, é claro. A lógica é o que importa aqui: você aprende, volta ao assunto depois de alguns dias e testa se realmente consegue recuperá-lo sem depender da aula aberta na sua frente.
E aqui eu não posso deixar de mencionar a TopInvest, é claro. A plataforma tem preparatórios específicos para CPA, C-Pro R e C-Pro I, além de materiais para outras certificações do mercado financeiro, com aulas e centenas de questões para treinar o conteúdo cobrado nas provas.
Se a meta é entrar para o grupo de profissionais certificados pela ANBIMA, preparação não precisa ser complicada. Mas precisa ser atualizada, consistente e muito bem treinada em questões. É assim que você chega à prova sabendo não só o conteúdo, mas o que fazer com ele.
A gente te ajuda a passar de primeira nas certificações da Anbima
Você viu pelos números: muita gente precisa de duas, três ou até mais tentativas para conquistar uma certificação ANBIMA. Mas é claro que a gente quer te ajudar a entrar para o grupo que consegue resolver essa história logo de primeira, né?
Por isso, a TopInvest tem cursos preparatórios para todas as certificações ANBIMA, da porta de entrada à trilha de gestão. É só escolher qual é o seu próximo objetivo:
- Curso preparatório para CPA;
- Curso preparatório para C-Pro R;
- Curso preparatório para C-Pro I;
- Curso preparatório para CFG;
- Curso preparatório para CGA;
- Curso preparatório para CGE.
E não é só dar o play em uma sequência de aulas e torcer para o conteúdo entrar na cabeça. Os preparatórios reúnem videoaulas, simulados completos, questões comentadas e suporte online dos professores para tirar dúvidas ao longo dos estudos.
Tudo isso segue um método de estudos desenvolvido pela TopInvest para caber até nas rotinas mais corridas. Então, mesmo que você trabalhe o dia inteiro, tenha pouco tempo disponível ou precise encaixar os estudos entre outros compromissos, dá para seguir uma trilha direcionada até o dia da prova.
Escolha a sua certificação, comece a preparação e bora fazer a sua aprovação entrar para a coluna das que precisaram de uma tentativa só.