É basicamente a possibilidade de perda advinda das flutuações observadas nos preços dos ativos negociados no mercado acionário. 

Ao investir o dinheiro em um título qualquer, o investidor está comprando esse título. E tudo que se compra tem um preço, certo? Se esse preço tem uma forte variação preço, este ativo possui um alto risco de mercado. Do contrário, se tem poucas variações, ele é um título com baixo risco de mercado.

O exemplo mais clássico que podemos usar aqui é o preço das ações.

Quando um investidor compra uma ação por R$ 20, ele espera que o mercado, ao longo do tempo, precifique essa ação por qualquer coisa acima de R$ 20 para que tenha lucro.

Quanto maior for a oscilação de preço dessa ação, maior será seu risco de mercado.

Ainda no assunto de risco de mercado podemos separá-lo em 2 tipos de riscos:

⯀ Risco sistemático: aqui estamos falando de eventos econômicos que afetam o preço de todos os ativos no Mercado Financeiro, e não há o que o investidor possa fazer para diminuir sua exposição a esse risco.

Fatores como crise política, econômica, guerras ou desastres naturais se encaixam aqui. Ou seja, algo que está fora do controle de qualquer investidor. Posso usar como exemplo o dia que o presidente da JBS, Joesley Batista, vazou uma gravação com o então presidente da república, Michel Temer.

Naquele dia, pra ser mais preciso, no dia 18/05/2017, vazou na imprensa que essa gravação que colocaria o governo, já sem credibilidade, em uma situação bem delicada. Nesse dia, todos os ativos do mercado perderam valor. Isso por conta do risco sistemático. O risco de todo o sistema.

⯀ Risco não sistemático: aqui estamos falando do risco que envolve somente uma empresa ou um setor da economia. É um risco diversificável, portando pode ser reduzido por uma carteira de investimentos diversificada.

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