Em resumo, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) existe para proteger o seu dinheiro. Isso, aliás, fica bastante claro no próprio nome da associação. Entretanto, muitos ainda não sabem exatamente o que o FGC faz. Você sabe? Se não, então, continua comigo!

O que é o Fundo Garantidor de Crédito (FGC)

Pense no FGC como uma espécie de seguro, só que para o dinheiro dos investidores. Essa associação não tem fins lucrativos e protege a grana de quem investe em instituições parceiras.

É por isso, por exemplo, que se você investir em CDB, você é ressarcido em até 250 mil reais se o banco falir. É o FGC, portanto, quem garante que ninguém perca dinheiro em um investimento.

Quem é associado ao FGC?

Ok, entendemos que o FGC protege quem investir em suas instituições associadas. Então, quais são essas instituições? Olha só: 

  • Bancos;
  • Financeiras;
  • Associações de poupança e empréstimo;
  • Bancos de desenvolvimento;
  • Companhias hipotecárias;
  • Sociedades de crédito, financiamento e investimento;
  • Sociedades de crédito imobiliário;
  • Caixa Econômica Federal.

Para checar a lista completa de instituições associadas, basta clicar aqui.

Qual o seu objetivo?

Simples: proteger o dinheiro dos investidores. Basicamente, o FGC deseja garantir que investir seja um procedimento seguro. 

A segurança ainda traz, por consequência, a popularidade. Afinal, cada vez mais novos investidores surgirão no mercado – se sentirem que a área oferece segurança suficiente.

Quem paga o FGC?

A pergunta é bastante natural. O FGC é, como vimos, uma associação civil privada, sem fins lucrativos. De onde, então, vem o dinheiro que o mantém em pé?

Vem de instituições privadas. Bancos comerciais, de desenvolvimento e sociedades de crédito são alguns exemplos. Isso tudo é possível porque o FGC não é apenas uma empresa que paga dívidas. É, também, munida com profissionais que atuam de forma preventiva em todo o sistema bancário e financeiro. Estes profissionais, inclusive, estão sujeitos à aprovação pelo Banco Central.

O que o FGC cobre?

Estes são os tipos de investimentos que têm garantia do FGC:

  • Depósitos à vista ou sacáveis;
  • Depósitos de poupança;
  • Letras de Câmbio (LC);
  • Letras Hipotecárias (LH);
  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI);
  • Letras de Crédito de Agronegócio (LCA);
  • CDBs e RDBs.

Fundos de investimentos são cobertos pelo FGC?

Não são! Entretanto, quem opta por esse título não precisa se preocupar. O dinheiro dos fundos e o patrimônio da administradora não se misturam. Portanto, se esta quebrar, o seu dinheiro seguirá intacto. E onde a grana fica, então? Sob a custódia de bancos, em contas separadas.

Caso passe por isso, saiba que o procedimento a ser feito é reunir os cotistas em uma assembleia geral para transferir o poder sobre o fundo para outra administradora.

Qual o valor que o FGC garante?

Para começar, é necessário explicar que a garantia só é ativada quando o Banco Central reconhece o problema da instituição como “insolvente”. 

Caso isso aconteça, o FGC garante a devolução de até R$250 mil dos valores investidos, seja para CPF ou CNPJ. Dessa forma, é estipulado um limite de R$1 milhão, a cada período de quatro anos. 

É preciso comprovar o investimento para receber o FGC?

Não! Mas há um detalhe: se o nome do investidor não estiver no edital de devolução, é necessário entrar em contato com o liquidante para fazer uma comprovação de investimento. 

Como é paga a garantia?

O pagamento depende do envio de informações feito pelo liquidante. Portanto, assim que o FGC estiver de posse de todos os documentos necessários, o pagamento se inicia entre 10 a 15 dias. Ou seja: o dinheiro voltará para a sua conta.

Preparado para investir?

Viu só como o Fundo Garantidor de Crédito traz mais segurança para os investimentos? Agora, você não apenas tem conhecimento sobre a associação para aplicar em sua carreira bancária, como também para investir o seu dinheiro! Ainda não está satisfeito e deseja aprender muito mais? Ótimo, vem para a TopInvest para se tornar um profissional completo e top de linha.

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