As finanças, agora, são um assunto mais popular. Antes, o que era um tópico que acreditava-se ser exclusivo dos mais abastados, agora está nas pautas de conversa de qualquer pessoa. 

A internet tem grande participação nessa mudança. Afinal, não faltam canais e perfis por aí que ensinam sobre finanças e economia. A educação financeira se tornou mais acessível. Será que, com isso, temos também mais Agentes Autônomos de Investimento (AAI)?

Muita gente adentra nesses assuntos e decide que precisa investir. Ou ao menos tomar as rédeas das próprias finanças. Entretanto, há aqueles que, como nós, se apaixonam completamente pela área. 

É daqui, inclusive, que podem surgir novos profissionais AAI. A profissão, agora, se torna mais cobiçada. Além disso…

…Os clientes estão mais espertos

Com a popularização da educação financeira, há, infelizmente, algumas consequências ruins. Uma delas, por exemplo, são os golpes, que andam bastante frequentes. 

Entre eles, promessas de lucros exorbitantes e prazos que nem dá pra acreditar. Os casos são tantos – e os escândalos tão grandes – que muitos já ganham as devidas manchetes nos telejornais.

Isso tem um resultado bom: clientes avisados e de olhos mais abertos. E o que isso tem a ver com a carreira de AAI? 

O que tem a ver é o seguinte: os investidores buscam cada vez mais por profissionais sérios. A educação financeira, afinal, chegou para essas pessoas também. 

Basicamente, temos aqui um ciclo. Clientes mais educados financeiramente buscam por profissionais sérios – e que também são bem educados financeiramente.

Ser AAI não é para qualquer um

Na contramão dos benefícios da popularização da educação financeira, temos um outro lado ruim, além dos golpes na praça – apesar de ambos os tópicos andarem bem juntos.

Agora, eu falo da onda dos influencers. Com toda a internet à disposição para depositar nela suas opiniões sobre finanças, muita gente atua como Agente Autônomo de Investimentos sem ter autorização para isso.

Autorização? Como assim?

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) é um dos órgãos que regula as corretoras de investimentos. É, também, quem dá autorização à Ancord a realizar o exame que capacita um profissional a ser AAI.

Esse profissional, aliás, precisa estar vinculado a uma corretora.

Sem essa certificação, uma pessoa não pode atuar nessa área. Aqui temos mais um ponto para a educação financeira acessível: muitos novos investidores agora sabem que não devem confiar jamais em um profissional que não é registrado.

A educação financeira acessível fortalece a carreira de AAI

Afinal, de um lado temos as pessoas que descobriram na educação financeira a paixão por essa área. De outro, temos uma gama de clientes que já sabe que não pode confiar em qualquer um.

Olhando para o todo, vemos como a educação financeira é capaz de transformar não apenas vidas, mas também carreiras. O que era uma área antes tão restrita, agora se encaminha para um futuro cada vez mais democrático. Futuro esse que não significa apenas mais diversidade entre investidores, mas também entre os profissionais que constroem esse mercado. 

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