Você sabe o que é a migração e portabilidade da Previdência Privada? E suas regras gerais, talvez?

Se isso tudo parece grego para você, não se preocupe, pois já diz Ludmila: É HOJE!

Me acompanhe nesse artigo que é hoje que você vai aprender tudo o que precisa sobre esse assunto.

Se você investe em previdência privada é preciso conhecer este benefício que é acessível a qualquer plano.

Primeiro ponto

A primeira coisa que você necessita saber é que estas duas operações são coisas totalmente distintas.

Se falarmos com alguém sobre portabilidade, com certeza algum ser humano irá te falar que lembra de telefone. Pois, quem nunca fez uma portabilidade, não é?

Agora, migração se torna um negócio mais radical em nossa realidade. Por conta que se falarmos em migração, lembramos de moradia para outro país.

Desta forma, é que podemos perceber que os conceitos destas palavras são coisas bem diferentes. Porém, ao falarmos de Previdência Privada quando falamos de migração, estamos nos referindo a regime tributário.

Já se for falado de portabilidade significa na previdência a mudança de plano. Ou seja, é uma mudança de fundo, ou paradas como, esmeralda para rubi, e até mesmo de administrador em um plano. Mas, sempre está ligada a busca de uma melhor taxa de rendimento.

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O que é a portabilidade?

Quando falamos de portabilidade de planos, é o que acontece quando iremos trocar PGBL por PGBL, e VGBL por VGBL. 

Pensa comigo: você pode mudar de celular para fixo, ou de fixo para celular. Ou ainda, de celular para celular, ou de fixo para fixo?

As duas primeiras alternativas não são possíveis de se realizar, pois, por exemplo, não há como um número fixo de uma empresa virar um número de telefone. Visto que, cada coisa é diferente da outra.

E é a mesma coisa que acontece nas previdências. PGBL é uma coisa e VGBL é outra e não possuem nada haver com a outra.

Mas, você sabe o por que são realizadas estas portabilidades?

Essa ação seria feita para buscar mais rentabilidade, para fugir de taxa de saída, para parar de pagar taxa de entrada, para pagar uma taxa de administração mais baixa e até por isenções de diversas coisas que existem em um banco.

Portanto, é para esse tipo de coisa, maaas, se você possui um PGBL, você vai continuar no PGBL, e se tiver um VGBL, irá continuar em um VGBL.

Ok?

Aí, têmos dois tipos de portabilidade no nosso Mercado Financeiro. São elas:

  • Portabilidade Externa: esta é posta em prática naqueles momentos em que queremos trocar de seguradoras. Como por exemplo, estou hoje na seguradora/instituição 1, mas ela não está me satisfazendo, então decido trocar e ir para a seguradora/instituição 2.

Aqui neste tipo de portabilidade, quer dizer que trocamos de administradora, em qualquer banco e em qualquer previdência.

  • Portabilidade Interna: nesta já é diferente, qui será trocado o platinum pelo titanium, ou o rubi pela esmeralda. Bem ese tipo de nome boladão!

Aqui é trocado de plano,para trocar o do FIE, ou até para reduzir as taxas de administração, carregamento, saída, etc.

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O que é a Migração?

Agora vamos partir para uma coisa beeem diferente. Lembra que quando falamos de migração estamos falando de tributação.

E essa tributação só pode ser feita de apenas um jeito. Saca só:

  • É permitido do Progressivo para o Regressivo;

Lembra que o regressivo é quanto maior o tempo menor a tributação? Porém, houve e há muitas pessoas expertas que estavam com seus planos progressivos há 10 anos, e pensavam que poderiam pegar o regressivo, mesmo após seu plano já estar em andamento. Para poder pagar menos.

Só que no momento que a operação ser ralizada, o prazo muda. Olha aí embaixo:

  • O prazo da regressão passa a contar a partir do momento da migração.

Isso mesmo que você leu! Se for feito de progressivo para regressivo. Beleza, tudo certo! Porém, o tempo é 0 (zero), ou seja, vai começar a pagar naquele momento os 35% que está constituído na tabela.

Ah e uma coisa muito importante: não é possível migrar de regressivo para progressivo para baixar a taxa.

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