A aplicação de IR ocorre quando a aplicação é resgatada e incide sobre os rendimentos produzidos por aplicações em fundos de investimento. O valor do IR varia de acordo com cada tipo de FI e em função do prazo da aplicação também.

Quanto mais o cotista ficar com o recurso aplicado, menor será a alíquota de IR que precisará pagar, exceto em fundos de ações, pois a alíquota será sempre de 15% no resgate.

A administradora fundo que é responsável pelo recolhimento de IR.

A Receita Federal classifica os fundos em 3 tipos para fins de recolhimento de IR:

  • Fundos de Curto Prazo: sua carteira de títulos possui prazo médio igual ou inferior a 365 dias.
  • Fundos de Longo Prazo: sua carteira de títulos possui prazo médio igual ou superior a 365 dias.
  • Fundos de Ações: sua carteira possui no mínimo 67% dos recursos aplicados em ações negociadas em Bolsa de Valores.

Importante lembrar que Fundos de Longo Prazo tem vantagem tributária sobre os Fundos de Curto prazo, para cotistas que mantêm capital investido mais de dois anos.

Alíquota cai para 15% do rendimento.

Assim, nos Fundos de Investimentos com tributação de curto prazo e de longo prazo, a base de cálculo do imposto é a variação positiva entre o valor resgatado e o valor de aplicação ou o valor na data da última cobrança do come-cotas.

Para Fundos de Ações, a alíquota única de IR é de 15%, independente do período do investimento.

Dessa forma, o IR será cobrado sobre o rendimento bruto do fundo, quando ocorrer o resgate. A base de cálculo é a diferença positiva entre o valor de resgate e o valor investido inicialmente.