Antes de mais nada, vamos lembrar o que é Benchmark: é o índice de referência, ok?

A partir disso, nós temos dois tipos de FIs:

Fundos de Gestão Ativa: a rentabilidade do fundo é SUPERIOR ao benchmark.

Fundos de Gestão Passiva:  a rentabilidade do fundo ACOMPANHA o benchmark.

Os Fundos Referenciados são os que buscam através de uma estratégia investimentos, replicar índices como CDI ou SELIC por exemplo. A construção da carteira é baseada, principalmente, em ativos indexados a esses índices. É o caso, por exemplo, dos Títulos do Tesouro pós-fixados.

Mas há uma grande dificuldade em replicar os Benchmarks, vamos ver alguns desses pontos:

Replicar com exata proporção: é uma dificuldade operacional em saber com exatidão qual será o número certo proporcional para todos os ativos.

Custos: comprar e vender ativos possuem seus custos. O fundo possui taxa de administração, corretagem e demais encargos de sua responsabilidade, que serão pagos sempre que a carteira precisar ser ajustada.

Impostos: Com exceção dos Fundos de Ações, os demais Fundos de Investimentos possuem o come cotas, que deve ser apurado nos meses de maio e novembro. Isso prejudica a rentabilidade do Fundo, uma vez que para efetuar o recolhimento, deve ser vendido os ativos ou manter disponibilidade. Ainda, o IR incide sobre o rendimento positivo.

Para que um gestor consiga replicar o índice de referência, ele precisa inovar em técnicas e diferentes estratégias como: 

  • operar com ações mais representativas de comportamento, 
  • manter alguns recursos para fazer resgates, ou 
  • operar no mercado futuro para ajustar o comportamento da carteira com o objetivo pretendido. 

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