Esse é um dos assuntos mais temidos das provas da CPA 10CPA 20 e CEA.

Como todo mundo já sabe você jamais deve decorar os assuntos da prova, mas sim deve compreender.

E como a Previdência Privada é um dos assuntos mais complexos da prova resolvi preparar este conteúdo para você.Para começar com o pé direito.

Dá uma olhadinha nesse vídeo resumo:

Para início de conversa, ao tocarmos nesse assunto de como recomendar uma previdência, saiba que estamos resolvendo muitos problemas que muitas pessoas possuem no momento de recomendar um plano.

Então, partiu resolver esse problema?

Como recomendar?

Para você entender melhor eu vou te explicar utilizando algumas perguntas bem legais e você compreenderá tintin por tintin e saber que caminho seguir. Se liga!

A primeira pergunta é: o cliente faz a declaração completa do IR?

Se a resposta for SIM, lembra que isso é um requisito para o plano PGBL? Então, podemos continuar com as perguntas na resposta positiva.

O cliente é contribuinte da Previdência Oficial (INSS ou RPPS)? Ou seja, ele está participando do regime geral de Previdência Social, ou não! E se a resposta continuar sendo SIM, seguiremos para a seguinte pergunta.

Este cliente investe até 12% de sua renda extra anual? Se SIM, iremos recomendar o próprio plano PGBL que já tinha mencionado com você.

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Mas, e se for ao contrário?

Agora, se o seu cliente reponder lá na primeira pergunta NÃO, aí vai mudar tudo. Quer ver? Voltamos a estaca zero para você entender!

O cliente faz declaração completa do IR? Agora com a resposta NÃO, partiremos para outro lado e para a pergunta seguinte.

A renda e os gastos são compatíveis com o modelo completo da declaração?

Se SIM, vamos supor que o cara ganhe em uma faixa salarial que pague de 15% ou mais de IR. Então, dá para dizer que ele cabe em um modelo completo de declaração.

Não adinta alguém ganhar R$ 1.000,00 e querer fazer a declaração completa, pois ele é isento.

Ok, beleza! Ele não faz a declaração completa, mas sim, poderá fazer. Com isso e se ele for contribuinte com a previdência do INSS e investe até 12%, ele irá para o plano PGBL.

Maaas, como para tudo sempre tem um mas, esse cliente pode ter chegado até certo momento em que ele possui renda compatível com o modelo completo. Porém, é um autônomo, sendo assim não contribui com o INSS.

O que resta para ele é o plano VGBL.

Outras situações

Se o seu cliente não faz a declaração completa do IR e a renda não é compatível com o modelo completo, pois ganha R$ 1.800,00, não faz nenhum sentido ele fazer uma declaração completa.

Portanto, ele irá para um plano VGBL.

Contudo, há um seguinte caso, que não está aqui mas é preciso entender!

O cliente pode fazer a declaração completa, é contribuinte oficial, e até contribui 12% da renda extra anual. Só que além desta porcentagem, esse consumidor contribui muito mais, como por exemplo 20% em diante.

O que acontece aqui, é que o diferimento fiscal é de 12%. E se o cara contribui 20%, ele irá colocar 12% no PGBL e 8% no VBGL.

Isso acontece, porque não há explicação lógica para que ele pague o IR sobre tudo o que foi acumulado se ele pode pagar apenas sobre o rendimento, que é no plano VGBL.