Quando é indicado PGBL?

  • Necessário contribuir para o INSS.
  • Aconselhável para quem possui uma alta renda tributável, porque com esse plano é possível deduzir até 12% no IR.
  • Realizar a declaração IR completa.
  • Aportar até 12% da renda tributável

Aqui o beneficiário não deixa de pagar o imposto, ele apenas joga para o futuro esse imposto devido, ou seja, adia o pagamento.

Vale lembrar que os dependentes menores de 16 anos ficam livres da exigência de contribuir para o INSS, uma vez que estão abaixo da idade mínima permitida para o trabalho sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que prevê a contribuição obrigatória para um regime de Previdência Social.

E como recomendar a Previdência Privada?

A primeira pergunta é: o cliente faz a declaração completa do IR? Se a resposta for SIM, lembra que isso é um requisito para o plano PGBL? Então, podemos continuar com as perguntas na resposta positiva.

O cliente é contribuinte da Previdência Oficial (INSS ou RPPS)? Ou seja, ele está participando do regime geral de Previdência Social, ou não! E se a resposta continua sendo SIM, seguiremos para a seguinte pergunta.

Este cliente investe até 12% de sua renda extra anual? Se SIM, iremos recomendar o próprio plano PGBL que já tinha mencionado com você.

Agora, se o seu cliente responder NÃO para a primeira pergunta: “faz declaração completa do IR?”, aí vai mudar tudo. Voltamos à estaca zero para você entender!

O cliente faz declaração completa do IR? Agora com a resposta NÃO, partiremos para outro lado e para a pergunta seguinte.

A renda e os gastos são compatíveis com o modelo completo da declaração? Se SIM, vamos supor que o cliente ganhe em uma faixa salarial que pague de 15% ou mais de IR.

Então, dá para dizer que ele cabe em um modelo completo de declaração. Não adianta alguém ganhar R$ 1.000,00 e querer fazer a declaração completa, pois ele é isento.

Ok, beleza! Ele não faz a declaração completa, mas sim, poderá fazer. Com isso e se ele for contribuinte com a previdência do INSS e investe até 12%, ele irá para o plano PGBL.

Mas, esse cliente pode ter chegado até certo momento em que ele possui renda compatível com o modelo completo. Porém, é um autônomo, sendo assim não contribui com o INSS.

O que resta para ele é o plano VGBL.

Outras situações:

Se o seu cliente não faz a declaração completa do IR e a renda não é compatível com o modelo completo, pois ganha R$ 1.800,00, não faz nenhum sentido ele fazer uma declaração completa.

Portanto, ele irá para um plano VGBL.

Contudo, há um seguinte caso, que não está aqui mas é preciso entender!

O cliente pode fazer a declaração completa, é contribuinte oficial, e até contribui 12% da renda extra anual. Só que além desta porcentagem, esse consumidor contribui muito mais, como por exemplo 20% em diante.

O que acontece aqui, é que o diferimento fiscal é de 12%. E se o cara contribui 20%, ele irá colocar 12% no PGBL e 8% no VBGL.

Isso acontece, porque não há explicação lógica para que ele pague o IR sobre tudo o que foi acumulado se ele pode pagar apenas sobre o rendimento, que é no plano VGBL.

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