Todos nós ficamos velhos um dia correto? Garanto que assim como eu você já pensou em parar de trabalhar após anos e mais anos de serviço. Mas e o custo de tudo isso? O INSS é realmente confiável ou vou precisar ter uma aposentadoria independente?

Você sabe quanto um idoso gasta entre remédios e plano de saúde? Vem comigo que vou te ajudar a saber se você está preparado para velhice.

Bom, enquanto a população geral sofre com o aumento dos preços para os idosos o aperto tem sido ainda mais intenso. Isso acontece porque na chamada “melhor idade” é necessário ter um bom plano de saúde, uma alimentação adequada e saudável além de ser comum em muitos a necessidade de uma quantia significativa de remédios.

Para você ter uma idéia, de acordo com uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a inflação para quem tem mais de 60 anos é de 1,5 vezes maior do que para o resto da população. Além disso a população idosa pode estar passando por uma fase financeira mais  difícil que o resto da população mais jovem por já não ter muitas oportunidades de trabalho.

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A vida para a população idosa se complica principalmente para aqueles que dependem só aposentadorias aposentadorias do INSS que sofrem perdas do valor de compra ano após ano. Para quem depende do INSS as notícias não são boas já que não há um aumento real no valor das aposentadorias e quanto mais velho ficamos mais altos ficam os custos de sobrevivência.

Para você ter idéias nas pessoas acima de 65 anos a cada 100 reais do orçamento, 15 são relativos a gastos com a saúde e, conforme a idade avança o percentual de gastos com a saúde é cada vez maior.

Com a inflação a renda fica comprometida completamente com alimentação, habitação e saúde, hoje é impossível sobreviver com a aposentadoria de 1 salário mínimo no Brasil. A casos radicais em que o custo dos medicamentos aumentaram 34% de um mês para o outro devido a variação da taxa de câmbio. Enquanto aposentadoria não sobe os gastos vão só aumentando.

Por que o valor da aposentadoria não aumenta?

A resposta para isso é simples. O sistema de aposentadoria como foi concebido é um gigantesco esquema de Ponzi, às chamadas pirâmides financeiras.

Diferente do que a maioria das pessoas pensam a previdência social não funciona como as previdências privadas onde você investe um valor e a hora que tiver determinada idade você vai resgatando parcialmente seus recursos.

Nos sistemas de previdência social o benefício para aqueles que estão aposentados é pago pelos novos contribuintes.

Por exemplo, você é um jovem de 25 ano contribuindo para o INSS e seus avós estão aposentados. Os recursos para o pagamento do benefício dos seus avós é pago pelas suas contribuições mensais e diversos outros jovens.

O problema de tudo isso é que estamos vivendo cada vez mais e tendo cada vez menos filhos. De forma simples isso gera um desequilíbrio onde há cada vez mais pessoas recebendo o benefício e menos gente contribuindo.

Não é difícil compreender que isso não vai funcionar no longo prazo.

Para completar a situação, o nosso governo federal está quebrado. Isso se deve aos governos anteriores do atual terem usado mal as reservas financeiras do Brasil. E nem vamos entrar no mérito das corrupções e fraudes.

Outro fator que contribui gravemente para o déficit da previdência social é o equívoco na visão estratégica e cálculos de direitos. Passamos por governos populistas que incluíram na previdência benefícios que nada tem a ver com as aposentadorias como salário família e salário maternidade.

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De acordo com o portal Brasil Econômico o déficit da previdência era de 57,70 BILHÕES DE REAIS em 2016. Para resolver esse problema, deveriam ser tomadas medidas impopulares como uma reforma radical da previdência (muito longe das pequenas mudanças paliativas hoje em trâmite).

Para aqueles mais incrédulos, gosto sempre de lembrar por exemplo da Grécia. Este país tinha uma estrutura muito semelhante a nossa em questões de previdência social, garantias de estabilidade para funcionários públicos e benefícios extras para militares. A população da Grécia (como é um país mais antigo que o Brasil) envelheceu mais rápido.

O que aconteceu? Uma falência total do sistema financeiro na grécia. Funcionários públicos perderam empregos, aposentadorias deixaram de ser pagas e bancos fecharam. Mas então os aposentados estão condenados a viver uma vida de sofrimento?

Não necessariamente. Depende de você fazer a diferença e começar o mais cedo possível a criar a sua aposentadoria independente. Tudo isso é possível através de um planejamento financeiro adequado. É claro que é importante começar cedo para se beneficiar o máximo possível dos juros compostos, afinal o próprio Einstein afirma que os juros compostos são a maior invenção da humanidade.

Por isso para ter sua aposentadoria independente o importante é começar desde cedo. Há vários rumos que você pode tomar para criar a sua aposentadoria independente. Veja algumas alternativas abaixo:

Como criar uma aposentadoria independente?

Não adianta nada apresentar um problema e não a solução não é mesmo? Por isso vou te falar um pouco sobre as principais alternativas para que você possa criar uma aposentadoria independente e viver de renda.

Previdência Privada PGBL e VGBL

Para quem não é muito chegado na área de investimentos e não quer passar trabalho está é a alternativa mais simples de todas. Como diz o ditado o que vem fácil vai fácil e com os planos de PGBL e VGBL não é diferente.

O principal ponto negativo deste tipo de produto são as altas taxas cobradas nos produtos de previdência privada.

As previdências privadas são uma espécie de seguros e por tanto são administradas pelas seguradoras e fiscalizadas pela SUSEP – Superintendência de Seguros Privados. Atenção, mesmo que você compre um produto de previdência em um banco a administração do produto é feito pela área de seguros da instituição financeira.

Nesta modalidade de criação de uma aposentadoria independente você faz um aporte inicial e todos os meses realiza contribuições. É muito semelhante a previdência social do INSS. A diferença que aqui quem administra seus recursos é uma instituição privada e sua aposentadoria depende do montante que você acumular durante a vida.

Existem basicamente dois planos os VGBLs e os PGBLs. A grande diferença destes planos é a sua tributação. No plano VGBL você é tributado apenas pelos rendimentos e no plano PGBL todo o capital acumulado é tributado. Em contrapartida você pode compensar até 12% da sua renda no ajuste anual do imposto de renda, o que é muito atrativo para quem tem bastante renda tributável.

Ambos os planos, VGBL ou PGBL podem ter a tributação progressiva ou regressiva. Veja os quadros abaixo.

Até ai tudo bem. O problema são as altas taxas cobradas dos clientes. Estes recursos que você direciona para sua aposentadoria independente são alocados em fundos de investimentos em cotas. Estes fundos são os mesmos que você pode investir diretamente no seu banco ou mesmo através de uma corretora de valores.

Nestes fundos de investimento você irá pagar de 0,80% a 5% de taxa de administração sobre o patrimônio investidor no fundo por ano. Mas o crime está mesmo nas Taxas de Carregamento e Taxas de Saída.

Na taxa de carregamento que varia de 2% a 5% este percentual é descontado imediatamente sobre os seus depósitos. Isso quer dizer que se você investir R$ 1.000,00 todos os meses na verdade apenas R$ 950,00 estão sendo alocados para seu futuro. Os outros R$ 50,00 o banco já embolsou.
A taxa de saída é a mesma coisa.

As taxas variam de 2% a 5% e são cobradas sobre todos os recursos que você tem no plano de previdência privada. Por exemplo, se em 20 anos você tiver acumulado R$ 800.000,00 e pagar uma taxa de saída de 2% terá um resgate de R$ 784.000,00 para posteriormente ser descontado o IR.

Em finanças pessoais não existe verdade absoluta, cada caso é um caso. Não estou dizendo que PGBL ou VGBL são produtos ruins, cada caso deve ser analisado especificamente. O importante é ficar atento às taxas de:

  • Taxa de Administração
  • Taxa de Carregamento
  • Taxa de Saída

Oi Warren

Ah… está é uma dica especial para os jovens que estão começando no mundo das finanças. O oiwarren é uma das chamadas fintechs. Idealizada e fundada pelos mestres Marcelo Maisonave e Tito Gusmão (também fundadores da XP Investimentos, hoje a maior corretora de valores do Brasil) essa startup está revolucionando o mundo dos investimentos tornando possível o pequeno investidor ter acesso a fundos de investimento de qualidade a preço de banana.

Sim, isso mesmo. Qualquer jovem com R$ 100,00 no bolso pode investir nos fundos que vem apresentando as melhores rentabilidades do mercado. Você não precisa nem ter conta corrente pode depositar no fundo pelo boleto. Vai precisa de uma conta (que pode ser poupança) para resgatar seu investimento quando desejar. Nada de precisar de R$ 500.000,00 para ter acesso a um bom fundo de investimento.

A taxa de administração está entre as menores do mercado, é de 0,80% ao ano. Tudo isso sem falar no evento que o Tito vai presencialmente no país afora chamado de Papo de Grana. Uma super aula de finanças, investimentos e política econômica (com muito palavrão) que dá gosto de aprender mais sobre dinheiro.

Ao acessar o site você terá um bate papo super agradável com o Warren (um robozinho) que vai fazer de uma forma descolada um questionário obrigatório chamado de API (análise do perfil de investidor) para verificar qual o nível de risco você está disposto a correr.

Depois disso você pode criar diversos investimentos, eu pessoalmente indico a meus clientes de consultoria usarem o warren para criar a sua reserva de emergência. Mas você pode criar tantos e quais objetivos desejar inclusive um objetivo de independência financeira que é o foco do assunto de hoje.

Tudo isso só é possível através de uma inovação nas normas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) com a instrução 555 que permite as empresas administradoras de fundo de investimentos fazerem a distribuição diretamente aos investidores. Quanto a segurança, pode ficar tranquilo pois é a mesma de qualquer outro fundo de investimento.

Tesouro Direto

Tanto a opção do OiWarren como um plano de previdência privada para a construção de uma aposentadoria independente são de nível de esforço zero de esforço. Basta pagar um boleto e ir acumulando recursos.

O tesouro direto é o assunto mais falados nas rodas de investimento devido sua alta segurança e baixa complexidade ao investir. A diferença aqui é que você precisa escolher uma corretora de valores (de preferência uma que ofereça taxa zero) para investir no tesouro direto.

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Com a conta aberta na corretora de valores será necessário escolher um dos três títulos a venda no tesouro direto para realizar as aplicações. Veja o resumo de cada um para não errar na hora de construir sua aposentadoria independente:

Tesouro Prefixado (antigo LTN e NTNF):

Comecei pelo tesouro prefixado porque este é o mais fácil de se compreender. Ao acessar o site do tesouro você verá que este título apresenta no campo de rentabilidade anual as maiores taxas de todas.

Isso acontece porque este é o rendimento que o título terá de fato. Se hoje existe a oferta de um Tesouro Prefixado com taxa de 9,96 ao ano com vencimento para 2023 significa que comprando este título ao vencimento seu capital terá rendido os 9,96 % a.a contratados.

O tesouro prefixado pode ter o pagamento de juros semestralmente e neste caso é chamado de tesouro com juros semestrais. A diferença que neste título há um resgate dos juros a cada seis meses e assim não há o efeito de juros sobre juros. Se o objetivo do seu investimento é construir uma aposentadoria independente o ideal é que você invista apenas no tesouro prefixado sem o pagamento de juros semestrais.

Tesouro Selic (antigo LFT):

Diferente do tesouro prefixado como diz o nome o tesouro SELIC é pós-fixado. Este título tem sua rentabilidade indexada a Taxa SELIC que é a taxa básica de juros da economia a qual estão balizados todos os empréstimos e investimentos em território nacional.

O Tesouro Selic é considerado o investimento mais seguro e estável de todos uma vez que o COPOM utiliza esta taxa como instrumento de política monetária para manter a inflação sob controle. Isso quer dizer que se a inflação sobe o COPOM irá elevar a taxa SELIC para assim reduzir a inflação em território nacional. Essa é uma ótima opção para quem busca segurança acima de tudo na construção da aposentadoria independente.

Tesouro IPCA (antigos NTNB e NTNB Principal):

O tesouro IPCA assim como o tesouro prefixado pode ser encontrado nas formas principal e convencional, ou seja, com o pagamento de juros semestrais ou não. Como comentei anteriormente, se o seu objetivo é construir uma aposentadoria indepente deve se concentrar nos títulos que não efetuam o pagamento semestral de juros para se aproveitar dos efeitos dos juros compostos.

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Deixei este título do tesouro por último porque ele é um misto de prefixado e posfixado. Você pode perceber no site do tesouro que a rentabilidade deste título é composta por uma taxa anual (bem inferior a do tesouro prefixado) mais um indicador que é o IPCA (uma taxa pós fixada).

O tesouro IPCA em conjunto com o tesouro SELIC formam uma ótima carteira de investimentos com baixíssimo risco para o longo prazo. Se você está buscando um investimento seguro para sua velhice sem correr riscos essa pode ser uma boa opção para você antes de começar a se aventurar em investimentos de renda variável.

Imóveis

Com certeza alguma pessoa mais velha que você conhece já te disse para investir em imóveis, estou certo?

Tenho certeza que sim. Bom, saiba que isso tem uma explicação. No tempo da hiperinflação onde o dinheiro perdia o valor muito rápido os imóveis eram sem sombra de dúvida o melhor investimento. Nesta época você era possível comprar um carro no início do ano ou com o mesmo valor comprar um liquidificador no final do mesmo ano.

Na época da hiperinflação a coisa era tão louca que todos os funcionários recebiam aumento salarial todos os meses e assim que recebiam o salário iam correndo para as prateleiras fazer as compras. Para você ter idéia a loucura era tanto que os supermercados contratavam pessoas para passarem a noite etiquetando o reajuste dos preços.

No início da década de 80 e final da década de 90 praticamente não havia financiamento imobiliário (alguns parcelamentos em até 20 vezes era o máximo que se encontrava) e era muito difícil comprar um imóvel e assim como o salário era reajustado mensalmente o valor dos aluguéis também.

Imóveis eram um investimento realmente incrível porque você tinha um fluxo de caixa mensal e ainda mantinha o valor patrimonial protegido.

Voltando ao centro do assunto da criação de uma aposentadoria independente os imóveis ainda são bons investimentos.

Quando estamos pensando no longuíssimo prazo poucos investimentos trazem uma estabilidade de fluxo de caixa como um imóvel e quando você tiver na idade de parar de trabalhar uma carteira de imóveis que lhe traga uma renda mensal tem um valor inestimável.

Com exceção aos planos de previdência privada (que tem custos muito elevados) às opções de investimento em renda fixa não oferecem um pagamento mensal de renda que você possa contar para pagar suas contas.

Muitas pessoas ficam fazendo comparações da rentabilidade de um imóvel alugado (hoje em torno de 0,50% ao mês) com investimentos de renda fixa (no momento em que escrevo em 0,58%).

Uma recomendação especial. Cuidado com este tipo de comparação. No final de 2016 a taxa básica de juros (SELIC) era de 14,25% a.a, com isso era possível encontrar com facilidade investimentos de renda fixa pagando 1,18% ao mês.

UM ANO depois a taxa SELIC está em 7% a.a e nos investimentos de renda fixa já é difícil encontrar rentabilidades acima de 0,60% ao mês. E os imóveis?

Você continuou recebendo seu aluguel tranquilamente e ainda vai se beneficiar com a valorização do imóvel (a taxa de juros menor é um grande incentivo para o mercado imobiliário altamente dependente de financiamentos de longo prazo).

Para você ter idéia nos EUA a taxa de juros até o início do ano era de 0,50% ao ano e países como Alemanha e Japão tem taxas negativas.. Eu mesmo tenho investimentos nos EUA pagando acredite, 0,42% AO ANO (uma pequena quantia para fins de hedge).Quem vai reclamar dos 0,50% do aluguel se chegarmos a uma taxa de juros de países desenvolvidos?

Não estou aqui para dizer que você deve ou não investir em imóveis, minha intenção é lhe mostrar os dois lados da moeda para que você esteja capacitado a tomar a melhor decisão financeira para criar sua aposentadoria independente. Um ponto sempre chamo atenção em minhas consultorias financeiras é que quando você for parar de trabalhar precisará de uma fonte de renda mensal e os imóveis são uma alternativa a qual vale a pensa se pensar a respeito.

Fundos imobiliários

Os fundos imobiliários são meus investimentos prediletos e a classe de ativos com a maior participação na minha carteira de investimentos. Antes de falar um pouco mais sobre essa modalidade de investimentos há algo muito importante que você não pode esquecer: Fundos imobiliários são investimentos de renda variável e não de renda fixa.

Este lembrete é muito importante porque devido a pagamentos mensais estáveis de rentabilidade muitas pessoas acabam investindo em fundos imobiliários sem saber características importantes destes produtos.

Fundos imobiliários são um tipo específico de investimento que investe obviamente, em imóveis. A grande maioria dos fundos de investimento investe diretamente em imóveis, como é o caso do BRCR11 (maior fundo de investimento imobiliário brasileiro) que possui diversos imóveis espalhados pelo país. Estes imóveis são locados e o fundo é obrigado a distribuir no mínimo 95% do lucro, ou seja, você recebe o aluguel deste imóvel de acordo com o valor investidor.

Você deve estar se perguntando: Ok, mas e qual é a vantagem? Os fundos imobiliários são uma forma de investir em imóveis para aluguel sem a necessidade de comprar um imóvel físico. Isso quer dizer que além de um portfólio de primeira (geralmente são imóveis excelentes) que você não teria investindo de forma individual é possível diversificar bastante o risco.

Deixe-me te explicar melhor. Se você tiver R$200.000,00 para investir só conseguirá ter um imóvel em sua carteira de investimentos. Agora, se você optar por investir estes mesmos R$ 200.000,00 em fundos imobiliários poderá fazer uma boa distribuição em 10 fundos imobiliários e ter seu risco diluído em 50 imóveis de altíssimo nível e com administração profissional.

Tudo isso é possível porque as cotas de fundos imobiliários são negociadas em bolsa de valores e suas cotas variam entre R$ 2,00 e R$ 3.000,00.

Outra grande vantagem é na questão dos custos. Ao negociar um imóvel é necessário pagar uma comissão ao corretor de imóveis de 6% sobre o valor do imóvel (responsabilidade do vendedor) e mais os impostos da compra como ITBI e Registro que são de aproximadamente 3% (responsabilidade do pagamento do comprador).

Ao comprar os mesmos R$ 200.000,00 em fundos imobiliários pelo Home Broker você não irá gastar R$ 100,00.

Mas a maior de todas às vantagens está na tributação. Se você optar por comprar imóveis físicos os alugueis que você receber estarão sujeitos a tributação na sua pessoa física com o imposto chegando a 27,50% de todos os aluguéis que você receber. Caso tenha vários imóveis e opte por criar uma empresa para administrar estes alugueis pode ser muito mais vantajoso porque a tributação parte de 11,33% no lucro presumido. Agora, já pensou se você pudesse pagar 0% de imposto de renda sobre os aluguéis recebidos?

Sim isso é possível nos fundos imobiliários devido a sua vantagem tributária. Nos fundos imobiliários você recebe mensalmente o aluguel proporcional a sua participação nestes ótimos imóveis de primeira linha e administrado por profissionais sem pagar nada de imposto de renda.

Graças a estas vantagens os fundos imobiliários são um dos melhores ativos quando pensamos em construir uma aposentadoria independente.

É claro que nem tudo são flores e assim como no caso dos imóveis reais se você ver a sua cota de fundo imobiliário com lucro terá que pagar imposto de renda. Neste caso a alíquota de imposto de renda é de 20%.

Sim, é maior que no caso de imóveis reais onde a tributação sobre o ganho de capital é de 15% porém, lembre-se dos custos envolvidos na transação.

Na venda de um imóvel real você irá pagar 15% de imposto de renda sobre o lucro na venda do imóvel e mais 6% de comissão para o corretor que realizou a venda. Nisto temos um total de custos de 21%.

No caso dos fundos imobiliários o imposto de renda é de 20% mas os custos na venda não chegam nem perto de 1%. O que ainda torna os fundos imobiliários mais atrativos do que o investimento em imóveis físicos na questão dos custos com taxas e impostos.

Carteira de Ações

É claro que uma boa carteira de ações não pode faltar para alguém que almeja construir uma aposentadoria independente. O investimento em ações é muito polêmico, uns amam e defendem com unhas e dentes e outras pessoas não querem nem ouvir falar.

Infelizmente muitas pessoas tem prejuízo ao investir em ações por começar a investir da forma errada e muitas vezes induzidas por profissionais anti-éticos que trabalham neste setor.

O pequeno investidor precisa ter consciência que o investimento em ações é uma forma de se tornar sócio de uma grande empresa. Nada mais é do que uma forma de remunerar capital e acumular patrimônio, você não ficará rico na bolsa. Infelizmente muitas pessoas induzem as pessoas que não tem muito conhecimento do mercado financeiro a girar o seu patrimônio obtendo prejuízos.

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Para ter uma carteira de ações lucrativa e que lhe ajude a construir a sua aposentadoria independente você precisa analisar o resultado operacional desta empresa, ou seja, ela dá lucro?

Procure ajuda de profissionais capacitados (empresas de pesquisa como Suno Research) para escolher boas ações. Outra dica importante também é a diversificação. Torne-se sócio de empresas em diferentes ramos de atuação.

E ai? Pronto para conquistar sua aposentadoria independente?